Sobre o autor


Thadeu de Sousa Brandão

Sociólogo, Mestre e Doutor em Ciências Sociais pela UFRN. Professor Adjunto de Sociologia da UFERSA e do Mestrado Acadêmico Interdisciplinar em "Cognição, Tecnologias e Instituições" (CCSAH/UFERSA) - (Nota 4 CAPES). Líder do grupo de Pesquisa "Observatório da Violência do RN". Autor de "Atrás das Grades: habitus e interação social no sistema prisional", "A Senhora do Sertão: a Festa de Sant'Ana de Caicó" e co-autor de "Rastros de Pólvora: Metadados 2015" e de "Observatório Potiguar 2016: Mapa da Violência do RN". Apresentador do Programa Observador Político da TV Mossoró e 93FM. Colunista do Jornal O Mossoroense.

Política, Sociologia, Ciência, Cultura e Filosofia. Blog criado em 22 de Outubro de 2012 e organizado por Thadeu de Sousa Brandão.

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quinta-feira, 29 de agosto de 2013

A guerra às drogas na agenda política

Edmilson Lopes Júnior, Sociólogo, Doutor em Ciências Sociais e Professor de Sociologia da UFRN, onde exerce o cargo de Pró-Reitor de Extensão.
A guerra às drogas foi o caminho dos republicanos, na campanha eleitoral de Nixon, para derrotar a agenda social democrata. Deu a vitória à campanha republicana e um mote para o Complexo Industrial Militar. Ninguém, nem o Obama, reverteu essa agenda.
Para a América Latina, o que essa agenda custa em termos sociais, políticos, econômicos e culturais?
Antes de se juntar a uma ou outra torcida (é, na maioria das vezes, de torcida que estamos tratando), deveríamos resgatar um pouco a história dessa guerra.
A pergunta de sempre é que deve nos orientar: cui bono? A quem interessa? A quem interessa a continuidade dessa guerra.
No México, somente nos últimos cinco anos, mais de 60 mil pessoas foram, direta ou indiretamente, mortas nessa guerra. E, após prisões de capos, narcotraficantes, policiais e políticos corruptos, o narcotráfico continua forte e dando as cartas.
É hora de deixarmos de lado velhas certezas e buscarmos, com inteligência, uma política que, alicerçada na defesa da vida, da liberdade e da democracia, oriente a nossa agenda política.

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